sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

5 ferramentas que medem seu poder e fama no Twitter


Da Web

Eis uma lista de cinco sites de classificação para o Twitter, com uma descrição de como cada um determina seu valor, posto e influência. Mesmo se não for um fã dos rankings, essas ferramentas deveriam merecer sua atenção – seus colegas e potenciais empregadores podem usá-los justamente para julgar você.

Buzzom – O recurso estatístico deste site analisa suas informações no Twitter e mostra um número de gráficos e tabelas que descrevem seu perfil e medem sua influência na Twittersfera. Seu ranking de “influência”, por exemplo, é calculado determinando-se a razão entre o número de pessoas que você segue e o número de pessoas que estão lhe seguindo (sua pontuação será mais alta se as pessoas quiserem segui-lo mesmo que você não as siga de volta). Sua pontuação de “retweet” é determinada pela freqüência com que outros retuítam suas mensagens, e sua “eficiência no Twitter” é determinada pela comparação entre sua taxa de tweet a seus seguidores – se você tuíta com freqüência e tem poucos seguidores, seus tweets são considerados “perdidos” e você receberá uma pontuação baixa. Por fim, sua pontuação geral (que o Buzzom chama de “InRev TwitIn Score”) é calculada levando todas essas pontuações em consideração.


Topsy
 – O Topsy funciona principalmente como uma ferramenta de busca no Twitter, mas também categoriza os usuários do Twitter como “influentes” ou “altamente influentes” baseado em alguns fatores, incluindo com que freqüência você é citado em tweets e quão influentes são as pessoas que tuítam sobre você ou sobre os links que você publica. Por exemplo, o site afirma que “Se Alice retuíta um tweet de Bob, e Carol retuíta Alice, o tweet do Bob atingiu não apenas  a audiência de Alice, mas também a de Carol”. Quanto mais influentes são as pessoas que o retuítam, maior será sua influência. O Topsy premia com o título de “altamente influente” cerca de 0,2% de seus usuários, enquanto 0,5% são considerados “influentes”.

Twinfluence – O Twinfluence lhe dá quatro rankings, depois que você entre com seu nome de usuário e permita o acesso a sua conta do Twitter. O “reach ranking” é seu ranking geral comparado com outros usuários que já foram avaliados pelo site. O porcentual próximo a esse número é seu grau; o Twitinfluence diz que um grau de 75% indica que você tem um “reach” (que é o número de seguidores que um usuário tem, mais todos os seguidores de seus seguidores) mais alto que o de ¾ de outros usuários que ele analisou.


O próximo grupo de estatísticas analisa sua “velocidade”, “capital social” e “centralização”. A velocidade mede o número de seguidores de primeiro e segundo grau atraídos por dia desde que você criou sua conta. Quanto maior esse número, mais rapidamente você tem acumulado sua influência. O capital social mede quão influente seus seguidores são. Um valor alto indica que a maioria dos seus seguidores também tem um bom número de seguidores. O capital social varia de “muito baixo” a “muito alto”, em comparação com outros cuja rede tem o mesmo tamanho que a sua. O último item, centralização, mede quanto de sua influência é investida em um pequeno número de seguidores, e é classificada de “muito frágil” a “muito resiliente”. Se você tiver baixa centralização, seu alcance não será muito reduzido se alguns usuários com perfil alto pararem de segui-lo, por exemplo.


Twitter Grader
 – O Twitter Grader leva seis fatores em consideração na hora de classificá-lo como usuário do Twitter: o número de seguidores que você tem (mais seguidores = maior grau), o poder de seus seguidores (se você é seguido por pessoas com um alto grau, isso conta mais), atualizações (mais geralmente equivale a um grau maior), freqüência de atualizações (uma data recente na sua última atualização lhe dará notas altas) e a taxa seguidores/seguidos (quanto maior a taxa, melhor). Esses seis fatores determinam sua pontuação. O cálculo de “grau” é a porcentagem aproximada dos outros usuários que têm uma pontuação igual ou menor. Seu posto é baseado em como os outros usuários pontuaram; essa será sua posição na lista. Schawbel diz que o Twitter Grader é sua ferramenta favorita para medição de influência no Twitter.


TwitterScore
 – O TwitterScore é uma ferramenta básica que julga sua “popularidade” no Twitter. Digite seu nome de usuário e dê permissão ao site para acessar sua conta. Seu “Twitter Score Report” aparecerá, dando-lhe uma posição em relação a 90 mil usuários. O relatório também mostrará o número de seguidores, amigos (que ele considera como as pessoas que você segue e que também lhe seguem), e o número de atualizações já publicadas. O TwitterScore considera essa informação (ou, como diz, “nós levamos em conta seus seguidores e a popularidade deles, a quantidade de pessoas que você segue e  a quantidade de atualizações que você já publicou e outras poucas coisas...”) para determinar sua pontuação no Twitter, de zero a dez.

NOTA: o artigo é de Kristin Burnham e a matéria completa você confere aqui.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

'Queer as Folk', a série gay mais famosa de todos os tempos


Disponível na Web.
Queer As Folk é o nome da série norte-americana e canadense, produzida pelo canal Showtime e Temple Street Productions. O seriado foi exibido originalmente nos Estados Unidos, pelo canal Showtime e no Canadá, pelo canal Showcase, sendo transmitido entre3 de dezembro de 2000 à 7 de agosto de 2005 (nos Estados Unidos) e entre 22 de janeiro de 2001 à 15 de agosto de 2005 (no Canadá).
O nome do seriado é uma brincadeira com um ditado em inglês, de "ninguém é tão estranho como nós" ("nobody is so weird as folk"), para "ninguém é tão gay como nós" ("nobody is so queer as folk").
Adaptado por Ron Cowen e Daniel Lipman, a série foi baseado no britânico Queer As Folk, de Russell T. Davies. O seriado foi dirigido por Russell Mulcahy, Bruce McDonald, David Wellington, Kelly Makin, John Greyson, Jeremy Podeswa e Michael DeCarlo e tendo como escritores principais Ron Cowen e Daniel Lipman. O seriado é distribuído pela Warner Bros. Television.
Queer As Folk narra a história de cinco homens homossexuais que vivem em Pittsburgh, Pennsylvania: Brian, Justin, Michael, Emmett e Ted. Compondo o elenco principal, ainda temos o casal de lésbicas, Lindsay e Melanie e a mãe orgulhosa de Michael, Debbie.
Entre as duas versões, existem suas diferenças do qual destacamos: a quantidade de personagens, as tramas principais e as cenas de nudez.
Este seriado é um marco na luta dos direitos GLBT, pois investe em uma trama sem cunho pornográfico ou apelativo, mostrando homossexuais como pessoas comuns, vivendo em seu dia-a-dia. As dificuldades e conquistas desta comunidade são brilhantemente retratadas nesta produção.
No Brasil, a série recebeu o nome de Os Assumidos e foi transmitida pelo canal à cabo Cinemax. Já em Portugal, a série foi chamada de Diferentes como nós e teve sua exibição durante as madrugadas no canal TVI. Em ambos países, nunca tiveram lançamento dos DVDs de suas temporadas.
Fonte: Wikipédia
Confira abaixo os vídeos de promoção das 5 temporadas do seriado:

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Medo. Modo de usar. (por Daniel Lélis)


      
     Quem nunca sentiu medo?! Assim como a alegria, a tristeza e a ansiedade, o medo é, sem a menor sombra de dúvidas, um dos sentimentos mais constantes na vida das pessoas. Do mais novo ao mais velho, do mais ingênuo ao mais experiente, do mais rico ao mais humilde, o certo é que sentir medo é inevitável. Mas se há certeza do quão fatal é a vivência do temor, não se pode dizer o mesmo da busca por enfrentá-lo. Não são poucos os que, diante do medo, fogem de si, apavoram-se; os que, na ausência de um remédio para curar-lhes os sobressaltos, se entregam, desistem de lutar. A eles, dedico esse texto.
     Quando crianças, é comum termos medo do escuro. Nossa imaginação fértil glorifica a existência de monstros incríveis e fabulosas assombrações. Chegamos a jurar de pé juntos para os nossos pais que vimos o bicho papão. Com a chegada da adolescência, nossos temores mudam de direção. Novas emoções tanto seduzem quanto atemorizam. Nossos medos, contudo, são menores que o nosso desejo de experimentar o desconhecido, por isso desbravamos, nem sempre com a precaução e moderação necessárias, novos caminhos. Passada essa fase, é hora de amadurecer. O medo, por mais que alguns finjam o contrário, continua implacável a nos acompanhar. Como lidar com ele? Como fazer dele, ao invés de um inimigo, um aliado? Finalmente, como evitar andar de mãos dadas com o temor? Não existem para estes questionamentos, logicamente, respostas prontas. Desenhemos, contudo, algumas sugestões valiosas.
     Primeiro, uma certeza: ninguém vence o medo fugindo dele, fazendo de conta que ele não existe. Superar um temor envolve enfrentá-lo com coragem, firmeza e dedicação. Portanto, antes de qualquer coisa, é importante ter forças para reconhecer os seus temores. Ignorá-los é, em última análise, fortalecê-los. Sábio, portanto, é aquele que identifica o que teme, para só então dominá-lo. Conter o medo não significa, porém, subjugá-lo como desnecessário. Há medos que nos fazem refletir positivamente, podendo, por isso, nos ser úteis. O medo proveitoso, muito embora seja a exceção de uma regra volumosa, tem a solidez da prudência e o vigor da cautela; é ele que nos injeta bom senso para não permitir que nos aventuremos em um terreno de escolhas absolutamente equivocadas e das quais nos arrependeremos para o resto da vida.
     Todavia, a despeito dessa hipótese benéfica, a verdade é que o medo, na maioria das vezes, sufoca possibilidades, destrói planejamentos e derruba expectativas. O medo de errar, de arriscar uma alternativa, de traçar uma nova rota, nos condena a saborear o amargo sabor do conformismo. Quem não tenta, se contenta. Driblar o medo é não se deixar sufocar por ele; é não permitir que ele dite rumos, escreva o nosso destino. Triunfar sobre o medo é impedir que ele nos proíba de buscar o que julgamos, conscientemente, ser o melhor para nós.  Vencer o medo é, finalmente, saber usá-lo a nosso favor.

Daniel Lélis

Artigo publicado originalmente na JFASHION, a revista de sociedade mais badalada do Tocantins.            
            

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Divertido: aplicativo para postar mensagens de cabeça para baixo no Twitter



O FlipMyTweet é um aplicativo divertido e criativo que, simplesmente, inverte aposição do post e o deixa de cabeça para baixo.

¿ɯɐɹǝpuǝʇuǝ




domingo, 13 de fevereiro de 2011

Você viu? Confira a declaração de amor gay de Thales para Julinho na novela 'Ti Ti Ti'




Não foi só Jaqueline que pôde comemorar no sábado 12. O público LGBT também. Durante a festa de aniversário surpresa para a personagem de Cláudia Raia em “Ti-Ti-Ti”, Thales (Armando Babaioff), o marido da perua, estava visivelmente incomodado com os olhares de Julinho (André Arteche) para o Dr. Eduardo (Josafá Filho).
Após o médico sair dar festa oferecendo uma carona à periguete Thaísa (Fernanda Souza), Thales oferece levar Julinho pra casa e durante a conversa se declara e revela o que todos queríamos ouvir: “Eu estou apaixonado por você”.
Agora é torcer para que o romance finalmente engate. E sem essa de que por não ter rolado beijo, não valeu a cena! Sabe o que são milhões de pessoas vendo um homem nada efeminado dizer para outro que o ama? O quanto isso é importante para nosso reconhecimento?
Matéria do site Parou Tudo. Confira a íntegra da matéria, aqui.