Michel Platini, presidente do Estruturação - Grupo LGBT de Brasília, explica. "GLS foi criada pelo jornalista André Fischer, dono do site Mix Brasil, há mais de uma década, e tem mais a ver com atividades comerciais, como sites, boates, cafés etc, que atendem tanto não-heterossexuais quanto héteros sem preconceito. A questão muda quando se trata do movimento social. Por exemplo, lutamos pelos direitos LGBT, como no caso da adoção. Aí, seria errado colocar o "s" de simpatizante. Pois os simpatizantes, ou seja, os héteros já podem adotar. O mesmo caso é com a união civil. Esse direito é negado a LGBT, mas não aos simpatizantes. Assim, tudo bem uma boate ser GLS ou mesmo LGBT, mas não há como falarmos de um projeto de lei pró-GLS ou de cidadania GLS." E então, exclui-se os simpatizantes? "Claro que não! Essa categoria, simpatizante, só existe praticamente no Brasil. Temos orgulho tanto disso quanto de ser o único movimento social que faz referência sempre a quem não o integra de forma mais estrita, mas que o apóia. Só é bom as pessoas saberem as situações às quais cada sigla se adequa melhor", frisa Platini. O ato em comemoração ao 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT, em Brasília, é exemplo de um híbrido entre as duas posições. O nome oficial do evento tem a sigla LGBTS. "Somos uma das poucas paradas do Brasil que tem simpatizante na sigla oficial, talvez a única. Fizemos isso porque tem todo o sentido falar em orgulho simpatizante, orgulho de ser uma pessoa sem preconceito e que repele a homofobia. E como os simpatizantes são fundamentais! Na nossa parada, 27,5% dos participantes não são LGBTs (aqui minúsculo para indicar plural. Quando maiúsculo, indica simpatizante), diz Sônia Regina, coordenadora da parada da capital federal. LGBT, GLBT ou LGBTTT? LGBT é a ordem das letras aprovada na I Conferência Nacional LGBT, realizada em junho de 2008. Desde então, de forma oficial, o movimento brasileiro e o governo federal deixaram de usar o GLBT. Foi uma decisão recente, logo estará mais difundida", diz Platini. A troca fez com que o movimento arco-íris nacional se alinhasse, de forma atrasada, à sigla mais utilizada na Europa e na América do Norte. A letra l na frente é uma forma de dar destaque à luta das lésbicas, que sofrem com o machismo e a invisibilidade social. Quanto à letra t dobrada ou até triplicada, algumas entidades pelo Brasil as adotam, mas, como foi aprovado em 2008, na sigla oficial, um único t serve para representar tanto travestis, quanto transexuais e transgêneros. Sopa de letrinhas Você ficou meio confuso com tantas siglas, calma, não é tudo. Há variações pelo mundo à fora. Um exemplo vem da Colômbia, que é conhecida no movimento por usar mais comumente LGBTTQI. O que são as duas últimas letras? Q de queer, cujo significado é ser estranho, mas que é muito utilizado de forma negativa para xingar uma pessoa de gay nos países de língua inglesa. Como meio de atuação política, o movimento, alguns gays e parte de estudiosos do tema utilizam a expressão de forma a dar-lhe um sentido positivo. Quanto ao i, trata-se das/os intersex, de forma mais simples, os hermafroditas (que nascem com orgãos sexuais de homem e de mulher). Sobre tantas letras, Platini recorre à história para defendê-las. "No início da década de 80, se falava movimento gay ou homossexual. Isso era errado porque não reconhecia a luta, as identidades e as bandeiras de bissexuais, das pessoas trans e, no primeiro caso, de lésbicas. À medida que fomos amadurecendo, vieram as siglas. Elas são importantes. Muitos falam de sopa de letrinhas, que é confuso etc. Preferimos esclarecer o que pode figurar como chato a ceder a um simplismo que reforçaria algo contra o que lutamos: discriminação, invisibilidade." Cuidado com a diversidade Na procura por denominar a diversidade LGBT, surgem nomes bastante impróprios. Embora adotada até por alguns governantes em órgãos oficiais, parte do ativismo LGBT rejeita a expressão diversidade sexual, que trataria da diversidade de sexo, aí se referindo a homem ou mulher ou a práticas de coito. E não se trata disso. "Se for para utilizar a palavra diversidade, que ela seja usada de forma correta: diversidade de orientação sexual (homo, bi e heterossexual) e de identidade de gênero (pessoas trans). Algo fora disso não está correto.", afirma Platini. Aprenda e dê uma aula sobre nossas siglas GLS (gays, lésbicas e simpatizantes) - mais aplicado ao mercado (bares, cafés, restaurantes etc) que tem como foco homossexuais, bissexuais e pessoas trans, mas que recebe sem nenhuma restrição heterossexuais que não possuem preconceito. LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) - sigla mais adequada ao lado político do tema. Aplicado em expressões como cidadania LGBT, preconceito contra LGBT, parada LGBT etc. Adotada oficialmente no Brasil desde 2008. GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais) - forma anterior a 2008 para se referir ao caráter político do movimento social arco-íris. Está caindo em desuso. A matéria, toda ela, é do site Somos Todos Iguais. |
Mostrando postagens com marcador orientações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador orientações. Mostrar todas as postagens
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Entenda a diferença entre GLBT, LGBT e GLS
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
“Gay e muçulmano? Como assim?”
Essa é a pergunta mais ouvida por Adnan Ali, um paquistanês que mora no Rio e luta por uma difícil causa: a aceitação de homossexuais pelo islã.
Num colégio interno de Lahore, no Paquistão, o menino sunita Adnan Ali, então com 13 anos, mal podia esperar pelas orações do fim da tarde. Na mais importante prece do dia, estudantes das duas correntes do islã – sunitas e xiitas – se reuniam. Era a oportunidade que ele tinha de ver Jamal, um jovem xiita de 15 anos que estudava em outro pavilhão, destinado aos alunos mais velhos. Durante as preces, os dois cruzavam a linha que os separava para orar lado a lado – os sunitas, maioria, rezavam à frente da mesquita, e os xiitas ficavam na parte de trás. De vez em quando, enquanto faziam os movimentos em respeito a Alá, suas mãos se tocavam, em um ritual que se repetia todos os dias.
| Disponível na Web |
O desafio de Adnan começou em casa. Quando era adolescente, seus pais abriram uma carta amorosa de um jovem endereçada a ele. Além de ter recebido uma surra, Adnan teve de prometer que jamais falaria com o remetente. Ele diz se lembrar de um vizinho arrastado por policiais para fora de casa depois de ser flagrado num ato sexual com outro homem. Adnan nunca mais o viu. “Geralmente não se sobrevive à punição”, afirma. No Paquistão, onde a lei islâmica tem forte influência sobre a legislação civil, a homossexualidade ainda pode ser punida com a pena capital.
A família de Adnan só tolerava sua condição porque era praticamente sustentada pelo dinheiro de seu trabalho, principalmente enquanto esteve empregado na área de reservas do hotel Marriott de Islamabad, capital paquistanesa. “Isso me dava um passe livre para fazer o que quisesse. De certa forma, comprei a aceitação de meus pais.” Em 1996, ele ganhou uma bolsa para estudar produção teatral na Inglaterra e foi embora. Três anos depois, já integrado à pequena comunidade de gays assumidos de origem muçulmana no Reino Unido, Adnan fundou a representação britânica da ONG americana Al-Fatiha, destinada a auxiliar essa minoria no mundo islâmico – Al-Fatiha, que significa “a abertura” em árabe, é o nome do primeiro capítulo do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos. O trabalho de Adnan virou tema de um documentário da rede de TV britânica Channel 4, em 2006. A aparição no programa lhe rendeu umafatwa (sentença) de líderes religiosos islâmicos, condenando-o à morte – a mesma decisão aplicada nos anos 90 ao escritor indiano Salman Rushdie por sua obra Versos satânicos. Mas Adnan diz não temer a sentença: “Não significa absolutamente nada para mim. Continuo a viver minha vida normal e a mostrar meu rosto”.
O Alcorão chama de “um povo de insensatos” os homens
que se aproximam de outros homens
Adnan reconhece a dificuldade de sua luta. Afirma que nem mesmo a comunidade gay sabe lidar muito bem com seus integrantes do islã. “A reação costuma ser: ‘Gay e muçulmano, como assim?’.” Dentro do islamismo, aceitar gays seria o mesmo que reescrever o Alcorão, na visão das autoridades religiosas. “Tudo o que Deus criou foi em forma de casal. Homem, animais e até plantas. Nada do mesmo sexo produz frutos”, afirma o xeque xiita Ali Abou Raya, imame (sacerdote) da Mesquita Mohammad Mensageiro de Deus, em São Paulo. “É preciso deixar claro que o homossexualismo nunca será liberado na jurisprudência islâmica. A orientação é direta e clara.”
Abou Raya cita duas passagens do Alcorão para justificar sua posição. Ambas descrevem o que teria acontecido aos habitantes de Sodoma e Gomorra. Na sura (capítulo) 27, versículo 55, o livro sagrado faz referência a homens que se aproximam de outros homens e os chama de “um povo de insensatos”. O outro trecho é a sura 11, versículo 78, no qual o profeta Lot pede a seu povo, “que desde antanho havia cometido obscenidades”, que tema a Deus. Para Abou Raya, é um recado aos gays. “O profeta os adverte a não cometer essas relações”, diz. Militantes gays como Adnan argumentam que as passagens referem-se a atos de sodomia e de estupro praticados entre pessoas do mesmo sexo, e não a relações homossexuais consensuais, entre dois adultos.
Para a religião islâmica, a homossexualidade é vista como algo reversível, ou seja, um pecado do qual é possível se redimir. “Se um muçulmano homossexual acredita que sua condição seja natural, ele deixa de fazer parte do islamismo. Mas se ele reconhece que está passando por uma dificuldade, um problema psicológico, então passa a ser um pecador que deve receber ajuda de sua comunidade religiosa”, afirma o xeque sunita Jihad Hassan Hammadeh, presidente do Conselho de Ética da União Nacional das Entidades Islâmicas. Hammadeh afirma que o islamismo condena o preconceito, mas reconhece que nem sempre “algumas pessoas” dentro do mundo islâmico agem de forma tolerante. Basta recordar uma declaração do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, ao discursar em 2007 para alunos da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos. Respondendo à pergunta de um estudante sobre como gays eram tratados no Irã, disse: “Lá não há gays como em seu país; não temos esse fenômeno”.
No Rio de Janeiro, há pouco menos de um ano, Adnan ainda está conhecendo o universo GLS da cidade. Diz estar com vontade de ir a um bar gay na Gávea e conheceu alguns ativistas durante um seminário anti-homofobia. “Não vou muito à praia, embora goste de sentar na areia e ler um livro. Já fui ao Posto 9 (em Ipanema) muitas vezes, e é legal ver as bandeiras com o símbolo gay (arco-íris) tremulando”, afirma. Como no Brasil a comunidade muçulmana é pequena, ele dá apoio a gays brasileiros de qualquer credo, por meio de um círculo de amigos na internet. Assim conheceu um jovem baiano que, ao se descobrir gay, passou a pensar em suicídio. “Eu tenho conversado com ele para fazê-lo desistir da ideia. Gosto de pensar que continuo útil pela minha causa.”
A matéria é da Revista Época. aUTORES: FERNANDO SCHELLER COM JULIANO MACHADO
Opção ou Orientação Sexual? Qual expressão é correta?
Quando uma criança nasce, sua identidade sexual será reconhecida pelos caracteres sexuais primários. Se essa criança irá confirmar ou não sua identidade sexual, dependerá da complementação de caracteres secundários que são os testículos nos meninos e ovário nas meninas e também de um processo mais complexo – o sexo psicológico – que se desenvolverá com o passar dos anos. Se no sentido fisiológico, as pessoas podem ter sua identidade sexual definida a partir da presença de órgãos sexuais característicos de cada gênero, o mesmo não ocorre com o sexo psicológico. Pensando nisso, a sexualidade se apresenta numa escala variante que vai desde um comportamento extremamente feminino numa mulher, passando por mulheres pouco femininas, mulheres masculinizadas até homossexuais femininas; da mesma forma podemos encontrar homens pouco masculinos, homens feminilizados e homossexuais masculinos.
O termo orientação sexual é considerado mais apropriado do que opção sexual ou preferência sexual. Mas por quê ? Estudos recentes realizados dentro da sexualidade mostram que ainda na infância, a tendência sexual começa a se desenhar – motivo este o termo opção sexual é inadequado, uma vez que a tendência sexual começa a se manifestar mais ou menos aos sete anos de idade. Neste período a criança ainda não possui uma capacidade avaliativa e que possamos chamar de “escolha”. O que geralmente ocorre é que a criança nesta idade tenta reunir-se às crianças do sexo que irão se identificar psicologicamente e se este não estiver de acordo com a fisiologia, ela tende a ser discriminada pelas outras crianças.
Um estudo sueco traz novos elementos para a discussão a respeito da base biológica da orientação sexual. A neurologista Ivanka Savic em Estocolmo observou que em resposta a um hormônio masculino, o cérebro de mulheres heterossexuais e de homens homossexuais responde de forma similar e da mesma forma há semelhanças na ativação de regiões cerebrais de homens heteros e mulheres homossexuais em resposta a um hormônio feminino.
Mas afinal o que é orientação sexual ? Ela indica o gênero (masculino e feminino) que uma pessoa se sente preferencialmente atraída física e/ou emocionalmente. Essa orientação pode ser: assexual, bissexual, heterossexual, homossexual ou pansexual. A orientação sexual não-heterossual foi removida da lista de doenças mentais nos Estados Unidos em 1973 e do CID (Classificação Internacional de Doenças) em 1993.
Mas afinal o que é orientação sexual ? Ela indica o gênero (masculino e feminino) que uma pessoa se sente preferencialmente atraída física e/ou emocionalmente. Essa orientação pode ser: assexual, bissexual, heterossexual, homossexual ou pansexual. A orientação sexual não-heterossual foi removida da lista de doenças mentais nos Estados Unidos em 1973 e do CID (Classificação Internacional de Doenças) em 1993.
Autora: Ana Luiza Ferraz
Íntegra da matéria, aqui.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Governo Federal lança disque denúncia contra a homofobia ainda este mês
A ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, vai à São Paulo no próximo dia 19, para lançar, na Avenida Paulista, a ampliação do Disque 100 também para a população LGBT.
O lançamento deve acontecer durante um ato contra a homofobia também na Avenida Paulista, palco de vários ataques homofóbicos recentes.
O Disque 100 é um serviço telefônico que recebe denúncias e antes atendia crianças eadolescentes. Desde o começo deste ano, o serviço passou a receber também denúncias de homossexuais vítimas de homofobia - e de idosos e portadores de deficiência também.
Notícia postada originalmente no site da Satélite FM. Para conferir, clique aquiO lançamento deve acontecer durante um ato contra a homofobia também na Avenida Paulista, palco de vários ataques homofóbicos recentes.
O Disque 100 é um serviço telefônico que recebe denúncias e antes atendia crianças eadolescentes. Desde o começo deste ano, o serviço passou a receber também denúncias de homossexuais vítimas de homofobia - e de idosos e portadores de deficiência também.
COMENTÁRIO:
O Disque 100, ao ampliar o seu alcance para a comunidade LGBT, torna-se mais uma aliado para os homossexuais brasileiros na luta contra a homofobia, essa doença social que ceifa a vida de milhares de homossexuais todos os anos no Brasil.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
'Igreja Contemporânea'. Conheça a história da igreja evangélica fundada por um casal gay!
A IGREJA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA foi fundada no Rio de Janeiro em 10/09/2006. É uma denominação inclusiva, que prega o livre acesso a todas as pessoas ao Evangelho de Jesus Cristo. Possui destaque por aceitar as pessoas, independentemente da orientação sexual.A história da igreja se confunde com a do seu fundador, o Pastor Marcos Gladstone, que se converteu ao Evangelho de Jesus aos 14 anos de idade, cresceu na fé na Igreja Evangélica Congregacional, foi noivo por quatro anos e prestes a se casar, estando ao lado da sua noiva numa igreja pentecostal no subúrbio do Rio de Janeiro em 1998, recebeu duas profecias de duas senhoras diferentes, mas de mesmo conteúdo, que em suma, seria que o mesmo receberia uma grande revelação sobre a sua vida nos Estados Unidos, em janeiro de 1999, em San Francisco, Califórnia, EUA. O Senhor Jesus revelou que sua orientação sexual era algo que jamais poderia mudar ou fugir daquilo que era e foi constituído por Deus para ser. Retornando ao Brasil, termina seu noivado e se afasta da igreja por não aceitar homossexuais.
Distanciado da igreja, o mesmo não se conformava em ter a aceitação de Deus e não existir um local de adoração que permitisse a adoração a Deus na forma como era. Em 2002, soube através de um pastor amigo seu, que lhe confessou ser homossexual, sobre uma denominação americana que recebia gays.
Em 2003, passa um período de muita dor familiar com o falecimento da avó no ano anterior e uma doença grave que atingia a coluna da sua mãe, onde depois de ter feito vários tratamentos e exames, já caminhando com moletas, sua mãe visita uma pastora que possui ministério de cura. No primeiro dia que sua mãe chegou àquele local, recebe a revelação que seria curada, sem qualquer intervenção cirúrgica médica e que o mesmo Jesus que a curaria era o mesmo que tinha chamado o seu filho para usá-lo para um ministério que mudaria a vida de milhares de pessoas que foram lançadas para fora do reino de Deus. Um chamado que revolucionaria o Brasil e o mundo!
No mesmo ano de 2003, sua mãe foi milagrosamente curada e Marcos Gladstone foi consagrado pastor interino. De uma reunião realizada a céu aberto com três pessoas (o Pastor Marcos e mais dois jovens) nas areias da praia de Ipanema, no ano seguinte, em 2004, abrem o primeiro templo daquela igreja norte-americana no Brasil. Um mês antes da inauguração, a mesma pastora que profetizou sobre o seu ministério agora o informou que Deus a tinha revelado que aquele ainda não era o ministério que Deus o usaria e que em breve haveria um desligamento do pastor do ministério norte-americano. E, assim foi, muita mídia, muita divulgação, semelhante a uma explosão de refrigerante, foi balançado saiu com toda pressão, mas rapidamente acabou o gás e ficou insosso. Em 2005, o pastor Gladstone saiu oficialmente do ministério norte-americano.
Em 2006, quando tudo parecia um sonho frustrado, um novo direcionamento do Espírito Santo faz nascer a Igreja Cristã Contemporânea, 20 pessoas, num terceiro andar de um sobrado na Lapa, que não imaginavam que pouco tempo depois este povo se tornaria uma grande nação.
A Palavra de Deus diz: “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.” (Eclesiastes 4, 9-12).
“Melhor é serem dois”... na verdade, para que o Senhor pudesse estabelecer o ministério contemporâneo, uma peça fundamental ainda faltava na vida do seu fundador - o companheiro, o pastor Fábio Inácio, carioca, que outrora havia sido pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, tendo se afastado desta por causa da homossexualidade.
Note que a Igreja Cristã Contemporânea foi fundada em 10/09/06, e dois dias antes (08/09/06) iniciou-se este grande amor na história do evangelho de inclusão no Brasil.
A Igreja Cristã Contemporânea foi erguida em cima do amor deste casal, para levar o amor de Deus a todos sem preconceitos. Agora a obra estava completa para o Espírito Santo se manifestar, agora estavam juntas as três dobras do cordão do Senhor (pastor Marcos Gladstone, pastor Fábio Inácio e o Senhor Jesus).
Classificada como neopentecostal, a igreja rege-se pelo regime episcopal ou como chamado habitualmente regime apostólico.
A visão é a de ser um ministério profético, inspirado na Palavra de Deus para levantar uma raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que chamou uma nação das trevas par da a sua maravilhosa luz, um povo que antes não era povo, mas agora é povo de Deus; que não tinha alcançado misericórdia, mas agora alcançou misericórdia.” (1Pedro 2, 9-10). Para levar Cura, Amor e a Palavra de Deus para muitas pessoas que estavam sem um abrigo espiritual.
Levando o amor de Deus a todos sem preconceitos!
A matéria é do próprio site da Igreja Contemporânea.
Comentário:
A ideia de ter uma igreja que não condena a homossexualidade, por não considerá-la um pecado, é boa. Há muitos homossexuais que não se sentem dignos do amor de Deus. Muitos que, mesmo considerando de fundamental importância a religiosidade, se sentem excluídos de suas congregações. A Igreja Contemporânea é uma alternativa para aqueles homossexuais que veem necessidade de um local de adoração e fé.
Daniel Lélis
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
5 dicas para você não cometer gafes com amigos gays
1 – Jamais fale “homossexualismo”. Desde 1993, na sua décima edição, a Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde (OMS) deixou de classificar a homossexualidade enquanto doença, por isso o sufixo “ismo” (que nos lembra estado doentio, doença, inflamação) deixou de ser empregado no radical “homossexual” e foi substituído pelo sufixo “dade” (que nos traz à memória o sentido de qualidade, de estado), criando assim uma palavra mais adequada: “homossexualidade”.
2 – Fuja do censo comum e não diga “opção sexual”. Você que é heterossexual também não optou por ser heterossexual. A sexualidade faz parte do processo de construção da nossa identidade, não temos a oportunidade de escolher em determinado momento da vida para onde nossos desejos sexuais e afetos serão orientados. Então o correto é “orientação sexual”.
3 – Cuidado com as piadinhas. Você pode estar contribuindo para que algum homossexual sinta-se ofendido e deixe de confiar em você. As relações poderão ser mais francas e respeitosas sem que você reproduza situações que expõe o gay ao ridículo ou desvalorize a sua expressão afetiva e sexual.
4 – Não seja ingênuo em pensar que somente os afeminados e delicados podem ser homossexuais. Há muitos gays que fogem ao estereótipo da “bichinha”. Por isso, sem nenhuma intenção, você pode fazer algum comentário ou cobrar uma postura heterossexual de um amigo que é gay e tornar-se muito inconveniente.
5 – Ao saber da homossexualidade de um amigo, não tenha medo. A amizade não precisa diminuir por causa disso, pelo contrário, é uma ótima oportunidade para estreitar as relações. Não seja bobo achando que esse amigo vai dar em cima de você ou, no caso das mulheres, que ele é homossexual porque não experimentou uma noite prazerosa com alguém como você. Respeite-o e viva bem.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Meu filho é gay/lésbica, e agora?! 5 maneiras de lidar com filhos gays
1. Não tente diagnosticar a homossexualidade. Seu filho pode estar imitando trejeitos de pessoas com quem convive ou de personagens de novelas.
2. Tome cuidado para não mostrar pensamentos preconceituosos. Um comentário seu pode traumatizar seu filho e fazer com que ele se afaste de você.
3. Se perceber que seu filho pode ser homossexual, pense em como essa confirmação vai te atingir. Se o primeiro pensamento for de brigas e lamentações, procure ajuda.
4. Não vasculhe a vida dele. Vá conversando aos poucos, até ele sentir confiança e se abrir.
5. Não sinta vergonha. Seu filho espera apoio, compreensão e amor.
O que os pais devem saber sobre a homossexualidade:
O psicólogo Claudio Picazio desmente alguns mitos sobre o desejo por pessoas do mesmo sexo
. Ser homossexual é uma opção (mentira)
Não há um único homossexual que faria essa escolha se pudesse. As pessoas sentem o desejo que é natural para elas.
. A culpa é da educação, do excesso de cuidado ou de rigidez que eles receberam (mentira)
Desejo sexual não se ensina nem se influencia. O que a família pode determinar são os valores que os filhos vão usar para lidar com o amor e o sexo.
. Menino sensível e menina agressiva: sinal de homossexualidade (mentira)
Isso tem mais a ver com os hábitos das pessoas com quem a criança ou o adolescente convivem e que podem estar sendo simplesmente imitados.
. Homossexuais são promíscuos (mentira)
Promíscuas são as pessoas que transam muito, sem cuidados, podendo ser hétero ou homossexuais.
Link com a matéria completa: aqui
Você sabe o que é bareback?! Leia e entenda esse perigoso 'fenômeno'
![]() |
| Disponível na Web |
Bareback foi um termo criado pelos cowboys dos Estados Unidos, e significa "montar sem sela". Há competições onde os montadores, seja em boi ou em cavalo, o fazem sem o aparato: direto nos pêlos do animal. Vence a disputa aquele que ficar mais tempo em cima do bicho, direto na pele.
No mundo do sexo, os adeptos desta prática não utilizam o preservativo. O fetiche aqui está relacionado ao sexo direto na carne. Na Europa e Estados Unidos, o bareback está amplamente disseminada no meio gay. Pesquisas e levantamentos de mercado apontam que filmes pornôs, héteros ou gays, nos quais os atores não se protegem, são os mais procurados e vendidos.
Os que não são muito fãs da camisinha gozam de um segundo fetiche, associado ao risco de se contrair AIDS, ou outras DSTs. Em alguns encontros de barebacks, na Europa ou EUA, o perigo excita no ritual de passar adiante o "presente", ou "the gift", no caso o vírus HIV. Conhecidas como festas de conversão, nestas "reuniões", pessoas soropositivas e negativas transam sem preservativo, para assim "presentear" aqueles que ainda não se converteram.
As "Conversion Party" ainda não deram as caras pelo Brasil, pelo menos que se tenha conhecimento. Mas, em um rápido passeio pela internet, você pode encontrar filmes nacionais e comunidades no Orkut, como por exemplo, "Bareback Teen Brasil", voltada para adolescentes, e a oficial do grupo, "Bareback Brasil". Para entender melhor, a reportagem da revista A Capa entrevistou um adepto da prática. Seu nome é Fernando**, 30 anos e enfermeiro. Ele conta que já pratica o bare há muitos anos e que o tesão do barebacker é "sentir pele com pele, sem algo entre você e ele. Eu particularmente broxo só de por a camisinha, pois não se sente nada, é a mesma coisa que transar com um boneco de sex shop", diz.
Gaius Caesar é o organizador da primeira festa bareback que se tem notícia pelo Brasil. No site de divulgação do encontro, há inúmeras fotos com rapazes transando e, claro, sem qualquer tipo de proteção. Gaius diz que sua festa não tem regras. "O único objetivo é fazer com que o prazer flua da melhor maneira. Em meus encontros não coloco regras, as pessoas as criam", afirma. No convite da festa, há um símbolo com um X sobre uma camisinha, indicando a proibição de levar preservativos ao encontro. Ainda sobre a festa, ele explica que a intenção é celebrar a liberdade. "É a liberdade, o encontro com pessoas que pensam da mesma forma, sem qualquer tipo de pudor".
Fernando revela nunca ter participado de festas como as organizadas por Gaius. Diz também que não gosta muito, prefere fazer o encontro a dois. Sobre o risco de contrair doenças com o bareback, ele compara com o ato de se fazer comidas em microondas. "Nunca peguei DST de nenhuma espécie, trabalho na área da saúde e sei o risco que se corre. Não costumo pensar no depois, seria o mesmo que pararmos de comer coisas preparadas em microondas, pelos raios cancerígenos, ou pararmos de usar celular porque causa problema auditivo e também é cancerígeno. Se formos pensar no que não devemos fazer, não faremos nada do que é bom na vida." Sobre os seus encontros, ele diz que sempre acerta a relação sem camisinha antes da transa. "Sempre é pré-combinado. Não tem conversa fiada."
Uma questão de saúde
Para Eduardo Barbosa, diretor adjunto do Programa Nacional DST/AIDS, não há um crescimento do bareback no Brasil. "Acreditamos que o ato ainda está muito restrito à internet". Ao saber sobre a existência de uma festa bareback, Eduardo diz que "a lei garante a liberdade do indivíduo". Também há o seguinte: a partir do momento que a pessoa assume tal comportamento sabendo dos riscos, ela os assume".
Os entrevistados que praticam o bareback alegam a questão da liberdade, de não ficar preso ao medo de se contaminar e, do principal, que é sentir "a carne na carne". Porém, vale alertar, o sexo sem camisinha pode trazer danos irreparáveis a quem gosta de fazê-lo.
* Matéria originalmente publicada na edição #15 da Revista A Capa - Agosto de 2008
** A pedido dos entrevistados, os nomes originais foram alterado
** A pedido dos entrevistados, os nomes originais foram alterado
---
A recomendação desse blog é: USE SEMPRE, INCONDICIONALMENTE, INVARIAVELMENTE, CAMISINHA! O Bareback é uma atitude irresponsável e perigosa.
Daniel Lélis
Símbolos LGBT e seus significados
Triângulo Rosa e Negro
Um dos símbolos mais antigos é o Triângulo rosa, o qual foi originalmente utilizado nos campos de concentração Nazista para identificar àqueles homens "acusados" por sua natureza homossexual. Aqueles que fossem judeus e homossexuais (considerados o pior nível de prisioneiros) ao mesmo tempo deviam levar um triângulo rosa com outra cor amarela superposto. Em ambos casos, deviam usar esta insígnia sobre seu peito, costurado em sua roupa. Estima-se que cerca de 220.000 gays e lésbicas morreram junto aos seis milhões de judeus que os Nazistas exterminarão em seus campos da morte durante a Segunda Guerra Mundial, como parte da denominada "solução final" de Hitler .
Por esta razão, a partir de 1970 o triângulo rosa foi utilizado tanto como um símbolo identificatório para recordar as atrocidades sofridas pela comunidade homossexual durante a perseguição Nazista, como para representar a união do movimento homossexual.
O triângulo rosa foi originalmente usado para "marcar homens homossexuais nos Campos de concentração Nazista. | O triângulo negro utilizou-se para identificar lésbicas, prostitutas ou mulheres que utilizavam métodos anticonceptivos (entre outras) nos Campos de concentração Nazista. | O triângulo rosa sobre o amarelo representava a homossexuais judeus nos Campos de concentração Nazista. |
Bandeira Gay
Versão atual da Bandeira Gay.
Gilbert Baker desenhou a bandeira gay em 1978 para a Celebração da Liberdade Homossexual em San Francisco. A bandeira não mostra um arco íris real. O autor inspirou-se em várias fontes como o movimento hippie e o Movimento pelos Direitos Civis nos Estados Unidos. As cores mostram-se em linhas horizontais com a cor vermelha em sua parte superior e o púrpura na inferior. Representa a diversidade da homosexualidade tanto feminina como masculina ao redor do mundo. A banda cor púrpura às vezes substitui-se com uma cor negra para representar a masculinidade ou o orgulho do fetichismo do couro negro.
O significado das cores da bandeira original segundo Baker, simbolizam os diferentes aspectos de vida LGBT:
- Rosado: a sexualidade.
- Vermelho: a vida.
- Laranja: a saúde.
- Amarelo: o sol.
- Verde: a natureza.
- Azul: a arte.
- Índigo: a harmonia.
- Púrpura: o espírito.
Lambda
O símbolo lambda.
Em 1970, a letra grega lambda (λ) foi seleccionada para simbolizar a campanha de libertação homossexual para a Aliança de Activistas Homossexuais. Quatro anos depois, o Congresso Internacional de Direitos Homossexuais em Edinburgo ,Escócia, elegeu o mesmo símbolo para representar os direitos de lesbianas e gays. Como resultado, o símbolo lambda tem sido reconhecido internacionalmente pelo movimento LGBT em 1974. Utiliza-se de cor lavanda, uma cor que, como o rosado, se associa com a homosexualidade. A letra lambda em física , representa a longitude de onda associada com a energia, portanto utiliza-se para simbolizar a energia do Movimento de Direitos Homossexuais. Diz-se também que significa a união na opressão.
A organização de direitos homossexuais, Lambda Legal, faz uma alusão deste símbolo em seu nome.
Anéis da Liberdade
Conformam-se por seis anéis de alumínio desenhados por David Spada, a cada um com as cores da bandeira gay. Utilizam-se geralmente em colares, pendentes ou llaveros. Recentemente incluiu-se uma alternativa aos anéis, utilizando triângulos em seu lugar.
Símbolos do gênero homo
Os pares de símbolos de género e os conforme à representação feminina são usados como símbolos distintivos de homossexuais masculinos e lesbianas respectivamente. As variações destes símbolos podem-se encontrar tanto na bisexualidade como na transexualidade.
Dois símbolos masculinos enlaçados formam o símbolo homossexual masculino. | Dois símbolos femininos enlaçados formam o símbolo lésbico. |
Labrys
O Labrys.
O labrys ou machado de dupla folha, foi um símbolo utilizado pela antiga civilização minoica (às vezes associado com o poder matriarcal) e nas lendas da Grécia antiga foi utilizado por Amazonas escitas. Também se associa com a deusa grega Demetria (Ceres, na mitología romana) e ocasionalmente a deusa grega Artemis (Diana na mitología romana). A religião da civilização minoica centrava-se no poder de uma deusa que se mostrava com o torso nu. Acha-se que foi a protetora das mulheres naquele tempo, e esta deusa se representa com serpentes estendendo desde suas mãos, símbolo da fertilidade e a agricultura, e rodeada por devotas com machados de dupla folha, as quais eram utilizadas para lavrar a terra.
Este símbolo atualmente utiliza-se para representar ao movimento lésbico e feminista por sua força e independência.
Mano Púrpura
Mano Púrpura dos anos 70s.
Em uma noite de Halloween , o 31 de outubro de 1969 , sessenta membros da Frente de Libertação Homossexual (Gay Liberation Front, GLF) e a Sociedade pelos Direitos Individuais (Society for Individual Rights, SIR) marcharam em protesto para o jornal San Francisco Examiner em resposta a uma série de artigos com comentários despectivos para a comunidade LGBT nos bares e clubes gay de San Francisco. O "protesto pacífico" na contramão da política editorial homofóbica resultou tumultuosa e foi chamada posteriormente como "Na sexta-feira da mano púrpura" e "Sexta-feira sangrenta da mano púrpura".
Algumas pessoas reportaram que um balde com tinta foi arrojado desde o teto do edifício. Os protestantes "utilizaram a tinta para escrever "Gay Power" (Poder Homossexual) e outros slogans nas paredes do edifício e estamparon suas mãos cor púrpura sobre toda a área central de San Francisco, o que resultou uma das demonstrações mais visíveis do movimento gay no momento.
Símbolos da bissexualidade
Os triângulos bissexuais foram criados em 1978 por Liz Nania. Representam à bissexualidade e o orgulho bissexual. A origem exata deste símbolo é ambíguo. Faz parte do pensamento popular que a cor rosa representa a homosexualidade (e assim o faz, se está só) enquanto o azul representa heterosexualidade. Juntos formam a cor lavanda, uma mistura de ambas orientações sexuais. É também possível que a cor rosado represente a atração para as mulheres e o azul a atração para os homens, conformando a cor lavanda a atração para ambos.
Em 1998, Michael Page desenhou uma bandeira do orgulho bissexual para representar a dita comunidade. Esta bandeira retangular consiste em uma banda cor magenta acima representando a atração do mesmo sexo; uma banda azul abaixo, representando a atração ao sexo oposto e uma banda mais estreita no centro de cor lavanda escuro representando a atração a ambos sexos.
As luas bissexuais foram criadas para evitar o uso dos triângulos que possuem um passado diretamente unido ao Nazismo.
Triângulos bissexuais. | Bandeira do Orgulho Bissexual. | Luas da Bissexualidade. |
Símbolos dos transgêneros
Os símbolos populares utilizados para identificar pessoas travestidas, transsexuais e outro tipo de pessoas transgêneros frequentemente consistem em uma modificação do símbolo biológico dos sexos, baixo a autoria de Holly Boswell. Em adição à seta apontando para o extremo superior direito que representa ao homem (símbolo astrológico de Marte ), se adiciona a cruz na parte inferior do círculo representando o símbolo feminino (do símbolo astrológico de Vénus ). Incorpora assim ambos aspectos, tantos masculinos como femininos.
Outro símbolo transgênero é a Bandeira do orgulho transgênero, desenhada por Monica Helms e apresentada pela primeira vez em sociedade em uma marcha do orgulho gay em Phoenix, Arizona no ano 2000.
Símbolo universal dos transgêneros | Bandeira do Orgulho Transgênero. |
Atenção: como o conteúdo original estava em Português de Portugal, algumas adaptações se fizeram necessárias.
Assinar:
Postagens (Atom)





