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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

'Milk', cinebiografia sobre ativista gay, é uma das atrações da TV Record para 2011

Um dos destaques do pacote de filmes que fará parte da programação da TV Record em 2011 é Milk (2008), cinebiografia do ativista gay Harvey Milk, interpretado por Sean Penn. Milk foi o primeiro político homossexual assumido, militante da causa, a assumir um cargo público na Califórnia dos anos 1970. Sua trajetória inspira até hoje milhares de pessoas que se dedicam a fazer desse mundo um lugar melhor para se viver.

Trailler do longa:



Daniel Lélis


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

'Porque a Bíblia me diz assim', um filme corajoso que desmonta mitos a cerca da homossexualidade



Pequena introdução do filme: Porque A Bíblia Me Diz Assim.

Sinopse: Homossexuais são bem-vindos no reino de Deus? Durante séculos, a bíblia foi usada para justificar discriminação, repressão, injustiça - a subserviência da mulher, a escravidão, a segregação. E esta tradição continua nos dias de hoje, só mudou o alvo. Alguns poucos trechos da bíblia são usados constantemente para disseminar ódio e violência contra homossexuais. Através de cinco retratos íntimos de famílias cristãs com um membro gay ou lésbico, o filme explora a maneira como religiosos conservadores tentam convencer sistematicamente os fiéis a acreditarem que a bíblia proíbe o homossexualismo. Também investiga o que a bíblia de fato fala sobre o homossexualismo conhecido nos dias de hoje.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Beijo gay do galã de 'Crepúsculo', Robert Pattinson (+18)





A cena é do filme Little Ashes” (Pequenas Cinzas), em que Pattinson interpretou o papel do pintor surrealista homossexual Salvador Dalí. 


Trailler do filme 'Litte Ashes':



ATENÇÃO: o conteúdo do primeiro vídeo não é aconselhável para menores de 18 anos. 

Daniel Lélis

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

'Orações para Bobby' ('Prayers for Bobby'), o filme que todos deveriam assistir




TUDO SOBRE O FILME:

Direção: Russell Mulcahy
Elenco: Sigourney Weaver, Ryan Kelley, Henry Czerny, Dan Butler, Austin Nichols, Carly Schroeder, Shannon Eagen
Prayers for Bobby, EUA, 2009, Drama, 88 minutos, 14 anos
Sinopse: Mary (Sigourney Weaver) é uma religiosa que segue à risca todas as palavras da bíblia. Quando seu filho Bobby (Ryan Kelley) revela ser gay, ela imediatamente leva o filho para terapias e cultos religiosos com o intuito de “curá-lo”. No entanto, Bobby não suporta a pressão e se atira de uma ponte, encerrando sua vida aos 20 anos de idade. Depois desse fato, Mary descobre um diário do garoto e passa a conhecer melhor o mundo dos homossexuais, tornando-se, logo, uma ativista em prol dos diretos gays. Baseado em uma história real.
“Eu não vou ter um filho gay”. Essa é a última frase que Mary (Sigourney Weaver) disse para o seu filho, Bobby (Ryan Kelley). Ele pulou de uma ponte e acabou com sua jovem vida de 20 anos de idade. A mãe do garoto acredita que gays são pessoas que fazem sexo em banheiros públicos, depravados suscetíveis a qualquer tentação carnal e que são assim porque escolheram. Esse é o pensamento dela e também o de muitas pessoas. O cinema, ao meu ver, nunca conseguiu realizar um filme sobre esse tema com a devida sensibilidade. E nisso incluo, também, o cultuado O Segredo de Brokeback Mountain (pra mim, mais uma história de atração do que de amor) e o recente Milk – A Voz da IgualdadeOrações Para Bobby vem mudar esse cenário.
Pena que o filme de Russell Mulcahy tenha sido feito para TV – ou seja, destinado a não ter grande repercussão. É um trabalho que, certamente, merecia um reconhecimento mais amplo. Encontramos nele uma abordagem diferente sobre o mundo homossexual: trata puramente sobre as emoções, deixando de lado o tão explorado lado sexual. Aí que está o maior mérito de Orações Para Bobby; ele traz jornadas sentimentais muito interessantes. Tanto do garoto quanto da sua mãe. A primeira metade do filme é sobre como o garoto procura se aceitar e se inserir na família preconceituosa, sofrendo com discriminações e com o fato de ser “diferente”. Na segunda metade, acompanhamos o arrependimento da mãe, que começa a descobrir toda a sensibilidade que seu filho tinha ou como os gays são seres humanos providos de sentimentos como qualquer pessoa.
Todas as histórias, além de terem um cunho emocional fantástico, são representadas com grande excelência pelos atores. O jovem Ryan Kelley está excelente como Bobby e cumpre com precisão o papel do personagem. Mas, sem dúvida alguma, o show fica com Sigourney Weaver. Ela, que apareceu pouco nos últimos anos, tem aqui uma grande interpretação. É aquele tipo de personagem que vai evoluindo em cena, passando por uma grande transformação. Primeiro, a mãe de uma família perfeita. Depois, católica fervorosa tentando curar o filho. Por fim, mulher arrependida e tentando se redimir de sua ignorância perante ao homossexualismo do filho. É uma atuação sublime, que vai desde minúcias até momentos de choros emocionantes.
Orações Para Bobby tem seus defeitos. A direção, por exemplo, é simplista, sem ousadias – com alguns maneirismos estéticos estranhos, principalmente em alguns enquadramentos. Com certeza, se esse aspecto fosse mais contundente e menos convencional, o longa teria ainda mais impacto. Todavia, o que se conclui é que os defeitos ficam pequenos perto de uma história tão certeira em suas emoções. Um filme essencial para quem é ou conhece alguém homossexual. Mas, é dirigido mais especificamente para as mães, especialmente aquelas que não aceitam seus filhos como eles são. Que elas tenham, ao final do filme, o mesmo pensamento de Mary: “Eu sei porque Deus não ‘curou’ o meu filho. Ele não o curou porque não havia nada de errado para ser curado”.

ATENÇÃO: Todo conteúdo desse post, com exceção do trailler via YouTube, foi retirado do site 'Cinema e Argumento'.