sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

'Milk', cinebiografia sobre ativista gay, é uma das atrações da TV Record para 2011

Um dos destaques do pacote de filmes que fará parte da programação da TV Record em 2011 é Milk (2008), cinebiografia do ativista gay Harvey Milk, interpretado por Sean Penn. Milk foi o primeiro político homossexual assumido, militante da causa, a assumir um cargo público na Califórnia dos anos 1970. Sua trajetória inspira até hoje milhares de pessoas que se dedicam a fazer desse mundo um lugar melhor para se viver.

Trailler do longa:



Daniel Lélis


“Gay e muçulmano? Como assim?”


Essa é a pergunta mais ouvida por Adnan Ali, um paquistanês que mora no Rio e luta por uma difícil causa: a aceitação de homossexuais pelo islã.
Num colégio interno de Lahore, no Paquistão, o menino sunita Adnan Ali, então com 13 anos, mal podia esperar pelas orações do fim da tarde. Na mais importante prece do dia, estudantes das duas correntes do islã – sunitas e xiitas – se reuniam. Era a oportunidade que ele tinha de ver Jamal, um jovem xiita de 15 anos que estudava em outro pavilhão, destinado aos alunos mais velhos. Durante as preces, os dois cruzavam a linha que os separava para orar lado a lado – os sunitas, maioria, rezavam à frente da mesquita, e os xiitas ficavam na parte de trás. De vez em quando, enquanto faziam os movimentos em respeito a Alá, suas mãos se tocavam, em um ritual que se repetia todos os dias.

André Arruda
Disponível na Web
Jamal foi o primeiro namorado de Adnan Ali, hoje com 37 anos. Mas Adnan diz que sua homossexualidade aflorou quando ainda era criança. Mesmo sem entender direito, achava os homens dos filmes indianos de Bollywood mais interessantes que as mulheres. “Sabia que, de algum jeito, queria estar perto deles”, diz. Vivendo hoje no Rio de Janeiro com seu parceiro, um inglês da ONG Médicos Sem Fronteiras, Adnan é um dos principais ativistas no mundo de uma causa aparentemente impossível: a aceitação de homossexuais na comunidade islâmica.

O desafio de Adnan começou em casa. Quando era adolescente, seus pais abriram uma carta amorosa de um jovem endereçada a ele. Além de ter recebido uma surra, Adnan teve de prometer que jamais falaria com o remetente. Ele diz se lembrar de um vizinho arrastado por policiais para fora de casa depois de ser flagrado num ato sexual com outro homem. Adnan nunca mais o viu. “Geralmente não se sobrevive à punição”, afirma. No Paquistão, onde a lei islâmica tem forte influência sobre a legislação civil, a homossexualidade ainda pode ser punida com a pena capital.

A família de Adnan só tolerava sua condição porque era praticamente sustentada pelo dinheiro de seu trabalho, principalmente enquanto esteve empregado na área de reservas do hotel Marriott de Islamabad, capital paquistanesa. “Isso me dava um passe livre para fazer o que quisesse. De certa forma, comprei a aceitação de meus pais.” Em 1996, ele ganhou uma bolsa para estudar produção teatral na Inglaterra e foi embora. Três anos depois, já integrado à pequena comunidade de gays assumidos de origem muçulmana no Reino Unido, Adnan fundou a representação britânica da ONG americana Al-Fatiha, destinada a auxiliar essa minoria no mundo islâmico – Al-Fatiha, que significa “a abertura” em árabe, é o nome do primeiro capítulo do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos. O trabalho de Adnan virou tema de um documentário da rede de TV britânica Channel 4, em 2006. A aparição no programa lhe rendeu umafatwa (sentença) de líderes religiosos islâmicos, condenando-o à morte – a mesma decisão aplicada nos anos 90 ao escritor indiano Salman Rushdie por sua obra Versos satânicos. Mas Adnan diz não temer a sentença: “Não significa absolutamente nada para mim. Continuo a viver minha vida normal e a mostrar meu rosto”.

Alcorão chama de “um povo de insensatos” os homens 
que se aproximam de outros homens

Adnan reconhece a dificuldade de sua luta. Afirma que nem mesmo a comunidade gay sabe lidar muito bem com seus integrantes do islã. “A reação costuma ser: ‘Gay e muçulmano, como assim?’.” Dentro do islamismo, aceitar gays seria o mesmo que reescrever o Alcorão, na visão das autoridades religiosas. “Tudo o que Deus criou foi em forma de casal. Homem, animais e até plantas. Nada do mesmo sexo produz frutos”, afirma o xeque xiita Ali Abou Raya, imame (sacerdote) da Mesquita Mohammad Mensageiro de Deus, em São Paulo. “É preciso deixar claro que o homossexualismo nunca será liberado na jurisprudência islâmica. A orientação é direta e clara.”

Abou Raya cita duas passagens do Alcorão para justificar sua posição. Ambas descrevem o que teria acontecido aos habitantes de Sodoma e Gomorra. Na sura (capítulo) 27, versículo 55, o livro sagrado faz referência a homens que se aproximam de outros homens e os chama de “um povo de insensatos”. O outro trecho é a sura 11, versículo 78, no qual o profeta Lot pede a seu povo, “que desde antanho havia cometido obscenidades”, que tema a Deus. Para Abou Raya, é um recado aos gays. “O profeta os adverte a não cometer essas relações”, diz. Militantes gays como Adnan argumentam que as passagens referem-se a atos de sodomia e de estupro praticados entre pessoas do mesmo sexo, e não a relações homossexuais consensuais, entre dois adultos.

Para a religião islâmica, a homossexualidade é vista como algo reversível, ou seja, um pecado do qual é possível se redimir. “Se um muçulmano homossexual acredita que sua condição seja natural, ele deixa de fazer parte do islamismo. Mas se ele reconhece que está passando por uma dificuldade, um problema psicológico, então passa a ser um pecador que deve receber ajuda de sua comunidade religiosa”, afirma o xeque sunita Jihad Hassan Hammadeh, presidente do Conselho de Ética da União Nacional das Entidades Islâmicas. Hammadeh afirma que o islamismo condena o preconceito, mas reconhece que nem sempre “algumas pessoas” dentro do mundo islâmico agem de forma tolerante. Basta recordar uma declaração do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, ao discursar em 2007 para alunos da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos. Respondendo à pergunta de um estudante sobre como gays eram tratados no Irã, disse: “Lá não há gays como em seu país; não temos esse fenômeno”.

No Rio de Janeiro, há pouco menos de um ano, Adnan ainda está conhecendo o universo GLS da cidade. Diz estar com vontade de ir a um bar gay na Gávea e conheceu alguns ativistas durante um seminário anti-homofobia. “Não vou muito à praia, embora goste de sentar na areia e ler um livro. Já fui ao Posto 9 (em Ipanema) muitas vezes, e é legal ver as bandeiras com o símbolo gay (arco-íris) tremulando”, afirma. Como no Brasil a comunidade muçulmana é pequena, ele dá apoio a gays brasileiros de qualquer credo, por meio de um círculo de amigos na internet. Assim conheceu um jovem baiano que, ao se descobrir gay, passou a pensar em suicídio. “Eu tenho conversado com ele para fazê-lo desistir da ideia. Gosto de pensar que continuo útil pela minha causa.” 

A matéria é da Revista Época. aUTORES: FERNANDO SCHELLER COM JULIANO MACHADO



Opção ou Orientação Sexual? Qual expressão é correta?




Quando uma criança nasce, sua identidade sexual será reconhecida pelos caracteres sexuais primários. Se essa criança irá confirmar ou não sua identidade sexual, dependerá da complementação de caracteres secundários que são os testículos nos meninos e ovário nas meninas e também de um processo mais complexo – o sexo psicológico – que se desenvolverá com o passar dos anos. Se no sentido fisiológico, as pessoas podem ter sua identidade sexual definida a partir da presença de órgãos sexuais característicos de cada gênero, o mesmo não ocorre com o sexo psicológico. Pensando nisso, a sexualidade se apresenta numa escala variante que vai desde um comportamento extremamente feminino numa mulher, passando por mulheres pouco femininas, mulheres masculinizadas até homossexuais femininas; da mesma forma podemos encontrar homens pouco masculinos, homens feminilizados e homossexuais masculinos.

O termo orientação sexual é considerado mais apropriado do que opção sexual ou preferência sexual. Mas por quê ? Estudos recentes realizados dentro da sexualidade mostram que ainda na infância, a tendência sexual começa a se desenhar – motivo este o termo opção sexual é inadequado, uma vez que a tendência sexual começa a se manifestar mais ou menos aos sete anos de idade. Neste período a criança ainda não possui uma capacidade avaliativa e que possamos chamar de “escolha”. O que geralmente ocorre é que a criança nesta idade tenta reunir-se às crianças do sexo que irão se identificar psicologicamente e se este não estiver de acordo com a fisiologia, ela tende a ser discriminada pelas outras crianças.

Um estudo sueco traz novos elementos para a discussão a respeito da base biológica da orientação sexual. A neurologista Ivanka Savic em Estocolmo observou que em resposta a um hormônio masculino, o cérebro de mulheres heterossexuais e de homens homossexuais responde de forma similar e da mesma forma há semelhanças na ativação de regiões cerebrais de homens heteros e mulheres homossexuais em resposta a um hormônio feminino.
Mas afinal o que é orientação sexual ? Ela indica o gênero (masculino e feminino) que uma pessoa se sente preferencialmente atraída física e/ou emocionalmente. Essa orientação pode ser: assexual, bissexual, heterossexual, homossexual ou pansexual. A orientação sexual não-heterossual foi removida da lista de doenças mentais nos Estados Unidos em 1973 e do CID (Classificação Internacional de Doenças) em 1993.

Autora: Ana Luiza Ferraz

Íntegra da matéria, aqui. 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

10 dicas infalíveis para conseguir mais seguidores no Twitter



1-  Divulgue nas redes sociais – Pode parecer bobagem, mas é necessário divulgar seu usuário do Twitter nas redes sociais. Se você possui cadastro no diHITT, no Orkut, no Facebook e em outras redes sociais, coloque seu usuário do Twitter em destaque nelas. As pessoas querem interagir com você, então dê a oportunidade delas lhe seguirem no Twitter.

2-  Escreva um artigo sobre o Twitter – Através de um artigo em seu blog você pode dizer a todos, sem ser intrusivo, que agora possui um usuário no Twitter. E sempre que escrever algum artigo falando sobre o Twitter lembre-se de colocar no final seu usuário do Twitter e convidar os leitores a lhe seguirem.

3-  Coloque em sua assinatura de e-mail – Se você utiliza uma assinatura em seu e-mail, com nome, blog, entre outros, coloque também a url para seu usuário do Twitter. Seus amigos podem ter um Twitter e não saber que você também possui.

4- Ofereça algum atrativo – Para angariar mais seguidores é muito utilizado oferecer um prêmio que será sorteado entre os seguidores. Para esse fim você pode utilizar o Sortei.me, se não sabe como utilizá-lo leia o artigo Como realizar sorteios no Twitter.

5-  Divulgue seu usuário no Blog – Além de escrever um artigo sobre o Twitter, também aconselho que coloque um banner, um ícone, ou algo do gênero em destaque em sua sidebar para chamar a atenção dos seus leitores para o seguirem no Twitter. Veja como destacamos o Twitter do QCB ao lado em QCB nas Redes Sociais.

6- Comente em blogs utilizando seu usuário do Twitter – Aqui vou utilizar a mesma dica de comentários em blogs para divulgar seu blog, mas em vez de colocar na url seu blog, coloque seu usuário do Twitter. Os blogs que não permitem esse tipo de inserção, como os da plataforma Blogger configurados para não aceitar comentários anônimos, impedem a utilização dessa dica, mas você pode contorná-la editando seu perfil no Blogger e colocando como url principal lá seu usuário Twitter.

7-  Utilize o Twitter – Não adianta angariar centenas de seguidores e não utilizar a rede social, ou utilizá-la de maneira automatizada. As pessoas não querem seguir robôs, querem seguir outras pessoas, que enviam notícias, mas que também respondem se questionadas. Pense nisso!

8- Envie links, mas evite o spam – Claro que você deve utilizar o Twitter para divulgar seus artigos, mas tome cuidado para que isso não vire prática de spam. Se você envia o mesmo link várias vezes durante o dia, é lógico que isso irá fazer com que muitos dos seus seguidores parem de lhe seguir. Então seja cuidadoso com o envio dos links.

9-  Preencha os dados de sua Bio – Muitos usuários do Twitter, principalmente os mais experientes, sempre verificam a Biografia do usuário antes de começar a segui-lo. Preencha seus dados, principalmente destacando a url de seu blog e colocando uma foto (imagem).

10-  Envie links de outros sites também – Essa dica complementa a dica 7 e 8. Utilize o Twitter, envie seus links, mas envie também links de outros sites/blogs. Dar RT também é muito aconselhável, pois chama a atenção de quem enviou o link para seu Twitter.

As dicas são de Gustavo Freitas e a matéria completa você confere aqui.



Governo Federal lança disque denúncia contra a homofobia ainda este mês


A ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, vai à São Paulo no próximo dia 19, para lançar, na Avenida Paulista, a ampliação do Disque 100 também para a população LGBT.

O lançamento deve acontecer durante um ato contra a homofobia também na Avenida Paulista, palco de vários ataques homofóbicos recentes.

Disque 100 é um serviço telefônico que recebe denúncias e antes atendia crianças eadolescentes. Desde o começo deste ano, o serviço passou a receber também denúncias de homossexuais vítimas de homofobia - e de idosos e portadores de deficiência também.
Notícia postada originalmente no site da Satélite FM. Para conferir, clique aqui


COMENTÁRIO:


O Disque 100, ao ampliar o seu alcance para a comunidade LGBT, torna-se mais uma aliado para os homossexuais brasileiros na luta contra a homofobia, essa doença social que ceifa a vida de milhares de homossexuais todos os anos no Brasil.



domingo, 6 de fevereiro de 2011

'Igreja Contemporânea'. Conheça a história da igreja evangélica fundada por um casal gay!


A IGREJA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA foi fundada no Rio de Janeiro em 10/09/2006. É uma denominação inclusiva, que prega o livre acesso a todas as pessoas ao Evangelho de Jesus Cristo. Possui destaque por aceitar as pessoas, independentemente da orientação sexual.
A história da igreja se confunde com a do seu fundador, o Pastor Marcos Gladstone, que se converteu ao Evangelho de Jesus aos 14 anos de idade, cresceu na fé na Igreja Evangélica Congregacional, foi noivo por quatro anos e prestes a se casar, estando ao lado da sua noiva numa igreja pentecostal no subúrbio do Rio de Janeiro em 1998, recebeu duas profecias de duas senhoras diferentes, mas de mesmo conteúdo, que em suma, seria que o mesmo receberia uma grande revelação sobre a sua vida nos Estados Unidos, em janeiro de 1999, em San Francisco, Califórnia, EUA. O Senhor Jesus revelou que sua orientação sexual era algo que jamais poderia mudar ou fugir daquilo que era e foi constituído por Deus para ser. Retornando ao Brasil, termina seu noivado e se afasta da igreja por não aceitar homossexuais.
Distanciado da igreja, o mesmo não se conformava em ter a aceitação de Deus e não existir um local de adoração que permitisse a adoração a Deus na forma como era. Em 2002, soube através de um pastor amigo seu, que lhe confessou ser homossexual, sobre uma denominação americana que recebia gays.
Em 2003, passa um período de muita dor familiar com o falecimento da avó no ano anterior e uma doença grave que atingia a coluna da sua mãe, onde depois de ter feito vários tratamentos e exames, já caminhando com moletas, sua mãe visita uma pastora que possui ministério de cura. No primeiro dia que sua mãe chegou àquele local, recebe a revelação que seria curada, sem qualquer intervenção cirúrgica médica e que o mesmo Jesus que a curaria era o mesmo que tinha chamado o seu filho para usá-lo para um ministério que mudaria a vida de milhares de pessoas que foram lançadas para fora do reino de Deus. Um chamado que revolucionaria o Brasil e o mundo!
No mesmo ano de 2003, sua mãe foi milagrosamente curada e Marcos Gladstone foi consagrado pastor interino. De uma reunião realizada a céu aberto com três pessoas (o Pastor Marcos e mais dois jovens) nas areias da praia de Ipanema, no ano seguinte, em 2004, abrem o primeiro templo daquela igreja norte-americana no Brasil. Um mês antes da inauguração, a mesma pastora que profetizou sobre o seu ministério agora o informou que Deus a tinha revelado que aquele ainda não era o ministério que Deus o usaria e que em breve haveria um desligamento do pastor do ministério norte-americano. E, assim foi, muita mídia, muita divulgação, semelhante a uma explosão de refrigerante, foi balançado saiu com toda pressão, mas rapidamente acabou o gás e ficou insosso. Em 2005, o pastor Gladstone saiu oficialmente do ministério norte-americano.
Em 2006, quando tudo parecia um sonho frustrado, um novo direcionamento do Espírito Santo faz nascer a Igreja Cristã Contemporânea, 20 pessoas, num terceiro andar de um sobrado na Lapa, que não imaginavam que pouco tempo depois este povo se tornaria uma grande nação.

A Palavra de Deus diz: “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.” (Eclesiastes 4, 9-12).
“Melhor é serem dois”... na verdade, para que o Senhor pudesse estabelecer o ministério contemporâneo, uma peça fundamental ainda faltava na vida do seu fundador - o companheiro, o pastor Fábio Inácio, carioca, que outrora havia sido pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, tendo se afastado desta por causa da  homossexualidade.
Note que a Igreja Cristã Contemporânea foi fundada em 10/09/06, e dois dias antes (08/09/06) iniciou-se este grande amor na história do evangelho de inclusão no Brasil.
A Igreja Cristã Contemporânea foi erguida em cima do amor deste casal, para levar o amor de Deus a todos sem preconceitos. Agora a obra estava completa para o Espírito Santo se manifestar, agora estavam juntas as três dobras do cordão do Senhor (pastor Marcos Gladstone, pastor Fábio Inácio e o Senhor Jesus).
Classificada como neopentecostal, a igreja rege-se pelo regime episcopal ou como chamado habitualmente regime apostólico.
A visão é a de ser um ministério profético, inspirado na Palavra de Deus para levantar uma raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que chamou uma nação das trevas par da a sua maravilhosa luz, um povo que antes não era povo, mas agora é povo de Deus; que não tinha alcançado misericórdia, mas agora alcançou misericórdia.” (1Pedro 2, 9-10). Para levar Cura, Amor e a Palavra de Deus para muitas pessoas que estavam sem um abrigo espiritual.
Levando o amor de Deus a todos sem preconceitos!

A matéria é do próprio site da Igreja Contemporânea


Comentário:

A ideia de ter uma igreja que não condena a homossexualidade, por não considerá-la um pecado, é boa. Há muitos homossexuais que não se sentem dignos do amor de Deus. Muitos que, mesmo considerando de fundamental importância a religiosidade, se sentem excluídos de suas congregações. A Igreja Contemporânea é uma alternativa para aqueles homossexuais que veem necessidade de um local de adoração e fé. 

Daniel Lélis  

Beijo gay do astro de Hollywood Colin Farrell



Vamos combinar, pessoal, ele é uma delícia. A cena é do filme 'Uma casa no fim do mundo' (sinopse aqui).

Daniel Lélis