segunda-feira, 7 de março de 2011

FANTÁSTICO: saiba qual o melhor horário para você Twittar

Quer saber qual é o melhor horário para postar seus 140 caracteres no twitter? Simples!

Tweetoclock


Descubra o melhor horário para Twittar no site Tweetoclock. Nele você fica sabendo qual é o melhor dia e horário na semana para publicar suasmensagens no Twitter.

Acesse o TWEETOCLOCK.



Dica do site Criativo de galochas

sábado, 5 de março de 2011

Capa da revista Época aborda o "amor e ódio aos gays"


Como prova de que a homossexualidade e a homofobia são temas em pauta no Brasil atual, chega às bancas nesse final de semana Revista Época que traz em sua capa os dizeres: 'Amor e ódio aos gays'. O semanário trata com prudência, realismo e honestidade a necessidade de se criminalizar a homofobia. 
Com uma bandeira do arco-íris cuja faixa vermelha sangra na capa, a revista coloca: “Amor e ódio aos gays. No carnaval, o Brasil aceita, imita e consagra os homossexuais. Por que, no resto do ano, há tanta violência contra eles?”
A resposta, ou o caminho para chegar até ela, você confere nessa edição corajosa de um dos mais famosos semanários do Brasil.
Daniel Lélis

quarta-feira, 2 de março de 2011

admiração, confiança, consideração: AMIZADE!

Dan, dê o play e leia o texto. Essa postagem é especialmente SUA!


Iaí pessoas (: desculpem minha ausência aqui no palavras, mas é que estava sem saber o que postar por aqui em meio a tantas postagens interessantíssimas feitas pelo @dannlelis. E é sobre ele a minha postagem de hoje; não é dia do amigo, nem aniversário dele, nem qualquer outra data especial, mas acho que é hora de deixar marcada a consideração que eu sinto por esse sujeito. Sabem aquela pessoa que luta admiravelmente pelo seu objetivo?? Pois é, assim é Daniel Lélis, uma pessoa que vive cada dia aproveitando o máximo que pode ser aproveitado. Alguém de uma inteligência única, que consegue produzir textos e frases como ninguém, como vocês podem perceber a cada postagem aqui no blog. Julgado de forma errada por muitas pessoas, em alguns casos alvo de críticas burras, mas que não deixa se abalar. Sensível demais, mas ao mesmo tempo acompanhado de uma força da mesma intensidade da sua sensibilidade. Entrou em minha vida como um simples seguidor no twitter, e hoje é um dos amigos mais sinceros que eu tenho, muito mais sincero que muito amigo que eu conheço a mais de 10 anos. É alguém que tem a preocupação de te ligar pelo menos uma vez na semana para perguntar como você está (e são poucas, muito poucas as pessoas com essa preocupação atualmente). O Dan já sabe muita coisa da minha vida que poucos sabem, já me deu a oportunidade de dar conselhos a ele, conselhos que eu passei de uma forma sincera, de uma forma que uso com poucos. O Daniel é daqueles que eu vou levar comigo sempre, alguém que merece saber de cada detalhe que acontece em minha vida. Dan, saiba que minha admiração por ti é enorme, que você pode contar comigo sempre que precisar. Admiro sua força, sua forma de viver, admiro sua vida. Você é demais, saiba disso!

Divertido: saiba como paquerar um gay em inglês




O Carnaval está aí e, como sempre, milhares de turistas estrangeiros são esperados nos quatro cantos do Brasil. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis prevê ocupação de 87,5% dos leitos.

Ainda segundo a entidade, os gringos são responsáveis por 67% das reservas feitas nos estabelecimentos fluminenses. É a oportunidade para se jogar naquele delicioso intercâmbio que a gente adora.

Para ajudar você a chegar junto do seu objeto de desejo sem se preocupar com a barreira do idioma, o Mix preparou uma listinha com frases chave para qualquer paquera.

What is your name? (Uat is iór neime?)
Qual seu nome?

Where are you from? (Uér are iú from?)
De onde você é?

Are you a top or a bottom? (Are iú a top or a bótom?)
Você é ativo ou passivo?

I am a top. (Ái em a top)
Sou ativo.

I am a bottom (Ái em a bótom)
Sou passivo.

I am a versatile (Ái em a versatáiou)
Sou versátil.

How big is your dick? (Rau big is iór dique?)
Qual o tamanho do seu pinto?

At your place or at mine? (Et iór pleice or et máine?)
Na sua casa ou na minha?

Do you like group sex? (Du iú laique grup sex?)
Você gosta de sexo grupal?

May I have your phone number? (Mei ai réve iór fone nâmber?)
Pode me dar seu telefone?

I would like to see you again tomorrow (Ai wuld laique tu ci iú aguên tumorrou)
Gostaria de te encontrar de novo amanhã.

Let's go to that dark corner? (Léts gol to dét dark corner?)
Vamos para aquela esquina escurinha?

Darling, I have only protected sex (Dárlin, Ái réve ônli protected sex)
Querido, eu só faço sexo protegido

Fonte: Uol

terça-feira, 1 de março de 2011

EMOCIONANTE e PONTUAL: primeiro pronunciamento de Jean Wyllys no Congresso Nacional

'A ganância da honra' por por Luiz Felipe Pondé para a FOLHA



Que Deus me proteja de cair na tentação da ganância da honra. Aristóteles já dizia que a honra é uma virtude pública sedutora, mas impossível para quem a busca por si mesmo.

Sobre isso, revi o grande filme de Stanley Kubrick "Glória Feita de Sangue" (1957). Outro filme que recomendo é "A Cruz de Ferro" (1977), de Sam Peckinpah.

Ambos tratam da relação entre elite (oficiais) e plebe (soldado) -Kubrick na Primeira Guerra Mundial, Exército francês nas trincheiras, Peckinpah na Segunda Guerra, força armada alemã na frente russa.

No primeiro filme, o herói, o coronel Dax (Kirk Douglas), membro da elite francesa, se vê diante de uma trama na qual três de seus soldados são condenados injustamente à corte marcial e ao fuzilamento.

São acusados de covardia quando a missão para a qual tinham sido mandados era impossível. Não foram covardes, ficaram detidos pelas condições insuperáveis da batalha.

Mas a hierarquia queria mesmo era o sangue "do gado" para animar a moral das tropas, mostrando o valor da disciplina. O desprezo do coronel Dax pela elite do Exército é evidente, apesar de ser parte dela. O general em comando apenas queria uma promoção.

Segundo o general, o "povo francês" clamava pela sua dignidade, que deveria ser honrada com o sangue dos "covardes". "Povo francês" aqui nada mais é do que a retórica da opinião pública como instrumento de pressão. Confiar no "povo francês", como em sua elite, soará ridículo neste cenário.

No segundo filme, o herói, cabo Steiner (James Coburn), vindo da plebe, ganha várias cruzes de ferro por coragem sem dar valor a nenhuma delas ("só um pedaço de metal"), enquanto um capitão de família nobre prussiana, Stransky (Maximilian Schell), um covarde oportunista, cria situações para ganhar a cruz de ferro sem correr riscos.

O desprezo do cabo Steiner pela elite é também evidente, mas não é membro dela.

Em ambos os filmes, lembramos da tese do escritor russo Tolstói (em "Guerra e Paz") sobre guerras e batalhas (que fala da vida como um todo): um caos sem ordem, sem sentido, violência gratuita, a partir do qual, após a batalha, "reconstruímos o sentido" a fim de satisfazer qualquer ponto de vista, e, assim, contarmos "a" história.

Nutro profunda simpatia por esta teoria da história de Tolstói.

Os filmes seguem cursos diferentes. De certa forma, o filme de Kubrick vai mais longe do que o de Peckinpah na crítica ao modo como o mundo se organiza (sendo a guerra e o Exército em ambos apenas o cenário ideal para demonstrar suas teses).

Enquanto em "Cruz de Ferro" a coragem tem seu lugar (a medalha, apesar de o corajoso não dar valor a ela), em "Glória Feita de Sangue" a coragem é "invisível" para a hierarquia, que trata o herói Dax como um bobo idealista.

Onde está a coragem neste caso? Está na recusa do herói Dax da promoção que receberia como forma de acomodação ao status quo.

No filme de Peckinpah, ao final, Steiner arrasta o oportunista Stransky para o campo de batalha (já arrasado pelos russos), dizendo: "Vou mostrar a você onde crescem as cruzes de ferro" (isto é, diante do inimigo).

Já no filme de Kubrick não há espaço para essa ode última à coragem nas guerras, mas sim algo mais sutil: Dax, observando seus soldados à distância, quando urram num bar diante de uma "cantora" alemã (prisioneira de guerra), percebe como, de uma horda de bárbaros, eles passam à condição de homens tocados pela fragilidade da moça e pela beleza da música que ela canta, em meio às suas lágrimas de medo. Um dos maiores momentos do cinema.

Em ambos, vemos a ruína da ordem do mundo e seus mecanismos de produção da honra (representados pela hierarquia do Exército e seus sistemas oficiais de reconhecimento da coragem e da covardia).

Neste campo devastado, sobra a coragem de um homem solitário (Steiner) e a capacidade de um idealista aristocrático (Dax) de perceber um instante efêmero no qual feras se tornam homens. Ambos impermeáveis à ganância das honras.

Pouco importa a classe social -o que conta, ao final, é a virtude de cada um como modo de ação num mundo sem honra.

Publicado no Paulopes WebBlog. O artigo foi feito para a FOLHA DE SÃO PAULO.