domingo, 16 de janeiro de 2011

5 mitos derrubados sobre os gays


1 – ANIMAIS SÃO SEMPRE HETEROSSEXUAIS
Disponível na Web
Há quem conteste o homossexualidade por dizer que não é parte da natureza, já que não existem animais gays. Mentira. Animais como pinguim, golfinho, bisão, cisne, girafa e chimpanzé são apenas alguns exemplos de animais que praticam relações homossexuais.
Isso derruba outro senso comum, de que os animais só fazem sexo para reprodução. O que ainda intriga os cientistas é o motivo. As teorias mais aceitas dizem que o relacionamento de animais do mesmo sexo ajuda a fortalecer laços sociais.


2 – RELACIONAMENTOS GAYS NÃO DURAM
Geralmente, se tem essa ideia. Ou pelo menos que eles não duram tanto quanto as relações heterossexuais. Algumas teorias psicológicas afirmam que é justamente o preconceito das outras pessoas e a dificuldade de reconhecimento legal que levam os casais homossexuais a desejarem fortalecer um relacionamento.
Um estudo da Universidade de Washington acompanhou casais gays por um período de doze anos, e constatou que um a cada cinco casais romperam a relação, taxa inferior à de divórcios no mesmo período.
3- A MAIORIA DOS PEDÓFILOS SÃO GAYS
Essa é uma questão delicada, já que pedofilia é um dos poucos assuntos no mundo em que há unanimidade: ninguém defende publicamente a pedofilia. Quando se trata de traçar um perfil do pedófilo, alguns imaginam uma compulsão a desejos homossexuais. Um instituto de Psiquiatria no Canadá fez um estudo com gays para descobrir se havia alguma ligação entre as duas coisas. Os cientistas chamaram homens homo e outros heterossexuais, lhes mostraram fotos de crianças e mediram sua excitação sexual. Os homossexuais não reagiram mais fortemente à imagem de meninos do que os heteros à de meninas.
Um outro estudo, da Universidade do Colorado, analisou 269 casos de abuso infantil. 82% dos casos foram iniciativa de adultos heterossexuais, e os 18% restantes ficaram divididos entre homens gays e lésbicas. De lambuja, o estudo afirmou concluir que homossexuais tendem a resolver conflitos mais facilmente.
4 – CASAIS GAYS NÃO SÃO BONS COMO PAIS OU MÃES
Uma ideia que envolve legalidade, já que a justiça da esmagadora maioria dos países proíbe o casamento homossexual, também não se mostrou verdadeira. Muitos fazem fileiras contra o casamento gay porque não admitem a possibilidade de que eles possam formar uma família.
Estudos analisaram alguns quesitos com os filhos de casais. 90 adolescentes foram analisados, por exemplo, na escola, e a média de nota foi superior em filhos de casal homossexual. O estudo mostrou também que não há entre filhos de casal homossexual tendência nenhuma para entrar em delinquência juvenil, que ás vezes é relacionada a revoltas ou traumas de infância. A conclusão do estudo, de que não há mal nenhum em que casais gays criem filhos, foi publicada em uma revista norte-americana em fevereiro deste ano.
5 – SER GAY É UMA ESCOLHA
Esta aqui pode causar a maior surpresa: um estudo afirma que o homossexualidade não é uma escolha, é genético! Um estudo da Universidade McMaster, em Ontario (Canadá). Entenda: a pesquisa analisou gêmeos univitelinos ( gêmeos idênticos em que todos os genes são compartilhados), com gêmeos bi vitelinos (chamados de gêmeos fraternos, onde apenas 50% dos genes são iguais). Observou-se que os gêmeos idênticos estão mais propensos a ter a mesma orientação sexual – seja ela qual for – do que os gêmeos fraternos. Ou seja, na maioria dos gêmeos idênticos, se um deles é gay, o outro também o será, ou seja, está no gene.
O estudo também achou outras possíveis causas para a homossexualidade. Uma delas, curiosa, é a exposição hormonal do feto dentro do útero durante a gravidez. E há particularidades no organismo de indivíduos sexuais, tais como diferenças no sistema nervoso central. E uma surpreendente, que caracteriza os gays pelo formato da orelha!

Atenção: o conteúdo desse post foi retirado do site hypescience.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Novela 'Insensato Coração' terá boate gay luxuosa com direito a pool parties. Confira as fotos da 'Barão de Gamboa'


A próxima novela das 9 da TV Globo, 'Insensato Coração', contará com uma boate luxuosa que se chamará 'Barão de Gamboa'. O folhetim, como já destacado em outro post, será o primeiro da tv brasileira a tratar com a profundidade que o tema exige, a problemática da homofobia. 

Fotos da Boate:




Daniel Lélis

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Existem 'ex-gays'?! Ex-líder de grupo religioso que prega a 'cura' para gays diz que não e pede desculpas


Não, não existem ex-gays. O que existem são homossexuais que preferem, por razões das mais diversas, não mais vivenciar a sua sexualidade. Ninguém escolhe ser ou não gay; mas pode-se escolher expressar ou não as preferências sexuais/afetivas. Os 'ex-gays' marginalizam os seus sentimentos, optando pela mentira e pelo fingimento. Continuam homossexuais, muito embora se neguem a ver dessa maneira. 


Abaixo tem uma matéria feita pelo site Mix Brasil a respeito dessa suposta possibilidade de deixar de ser homossexual. Logo após, o PALAVRAS SOPRADAS traz o depoimento de Michael Bussee, ex-líder do grupo religioso Exodus, que prega a 'cura' da homossexualidade. Sua coragem é inspiradora. Seu testemunho de vida, engrandecedor. Acompanhe.

Daniel Lélis


QUEM SÃO OS EX-EX-GAYS?

Disponível na Web


Ex-ex-gay é um termo utilizado para denominar aquelas pessoas que, por algum tempo diziam ter conseguido a cura para sua homossexualidade através deterapias religiosas ou de outro tipo, quando se autodenominam ex-gays, mas que, numa terceira etapa, voltam novamente a assumir sua a homossexualidade, quer de forma volutária ou após revelações feitas por terceiros.
O cidadão estado-unidense Wayne Besen, que passou oito anos ocupando um cargo de liderança na organização de ex-gaysExodus International, é um dos mais notáveis exemplos de uma pessoa ex-ex-gay.
Alan Chambers, antigo porta-voz da Exodus também veio recentemente a público afirmar que as práticas
 da organização não funcionam, tal como já tinha feito anteriormente o fundador da Exodus, Michael Bussee.
Tais terapias geralmente são oferecidas por organizações cristãs protestantes e são apresentadas não como terapia propriamente dita, mas como conselho religioso. No entanto, são consideradas ilegítimas pelos órgãos profissionais de saúde mental do Brasil, dos Estados Unidos, e de vários outros países ocidentais.
terapeuta e professor de psicologia clínica da Universidade da Basiléia, naSuíçaUdo Rauchfleisch, afirma que a verdadeira orientação sexual da pessoa, com seus sentimentos entrelaçados, com suas fantasias eróticas e sexuais, assim como com suas preferências sociais, não permitem modificação.
Ao mesmo tempo, existe uma variedade de organizações religiosas minoritárias pertencentes ao cristianismo que praticam uma aceitação plena de pessoas homossexuais, lésbicas, bissexuais e trans em seu meio, onde a sua orientação sexual e identidade de género é declaradamente aceita e é celebrada como uma dádiva divina e onde são celebradas uniões de pessoas do mesmo sexo.


Matéria do Mix Brasil.

Depoimento de Michael Bussee, ex-líder do Exudus


Meu nome é Michael Bussee. Eu quero agradecer a você por esta oportunidade de contar minha história. Trinta anos atrás, eu ajudei a criar a EXODUS International. Hoje, eu estou aqui para me desculpar; Hoje eu sou um terapeuta conjugal e familiar, um pai, um cristão evangélico, nascido de novo — e orgulhoso de ser gay. Mas trinta anos atrás, eu não era tão orgulhoso.

De fato, eu cresci odiando meus sentimentos gays. Eu passei por xingamentos, bullying e surras. Por que motivo as outras crianças pareciam odiar-me tanto? Eu não escolhi ter esses sentimentos e queria me livrar deles. Eu queria mais do que tudo ser “normal,” adequar-me — apaixonar-me, assentar-me, ter filhos. Eu queria desesperadamente ser heterossexual. Mas como?

Com aproximadamente 12 anos, eu comecei uma busca pessoal por uma “cura” para homossexualidade. Eu tomei a decisão de embarcar no meu próprio êxodo privado — para encontrar a saída para a homossexualidade. Minha busca levou-me a Deus. Como estudante do ensino médio, eu aceitei Jesus como meu Senhor e Salvador pessoal. Essa decisão mudou a minha vida pra sempre e eu continuo sendo um evangélico comprometido até hoje.

Então, em 1974, eu encontrei o Centro Cristão Melodyland (Melodyland Christian Center) em Anaheim e comecei a trabalhar como um de seus conselheiros voluntários via telefone. De começo, eu não disse a nada sobre meus sentimentos gays a ninguém. Afinal, eu tinha que me “purificar.” Eu disse ao diretor do aconselhamento telefônico que eu era um “cristão homossexual.” Ele me disse que “não havia tal coisa.” Ele disse que se eu era um cristão de fato, então “já não era mais gay aos olhos de Deus,”

Eu precisava acreditar que era heterossexual agora – e “determinar isso.” Deus faria o milagre com o tempo. “Continue orando” - diziam eles. Se eu tivesse fé suficiente, eu finalmente “ficaria livre.” Eu queria isso mais do que tudo e sinceramente acreditei que isso se tornaria verdade.

Naquele tempo, não havia ministério para gays em nossa mega igreja, então meu amigo Jim Kaspar e eu decidimos inventar um. Em 1975, nós criamos a EXIT - em inglês a palavra significa saída, mas aqui era uma sigla para “EX-gay Intervention Team,” ou seja, Equipe de Intervenção Ex-Gay (uma espécie de Caça-Fantasmas – só que gay!) Começamos oferecendo sessões de aconselhamento individual, grupos de apoio semanal, estudos bíblicos, e reuniões de oração. Apesar de não termos nenhum treinamento formal, e só termos nos intitulado “ex-gays” havia poucos meses, tornamo-nos, de repente, “especialistas.”

Pastores e terapeutas começaram a enviar clientes para nós. Escrevíamos materiais sobre “Como Ajudar o Homossexual” e dávamos “testemunhos de nossa mudança” em conferências da igreja e em talk shows no rádio e na TV – incluindo o Club 700 do Pat Robertson. Robertson insistia em perguntar se nós achávamos que havíamos tido “demônios gays” algum dia. Ele pareceu desapontado quando respondemos que “não.”

Em 1976, descobrimos que outros como nós estavam formando pequenos ministérios de “mudança” ou “libertação” em suas áreas. Em setembro de 1976, no Melodyland Christian Center em Anaheim, o EXIT recebeu a primeira confêrencia de “ex-gays” de todos os tempos. Um punhado de líderes de ministérios junto com aproximadamente 60 delegados votaram para formar uma coalisão de ministérios. Chamamos essa coalisão de EXODUS. Pensamos que, chamados como Moisés e dirigidos por Deus, nós poderíamos conduzir muitos gays e lésbicas para a “terra prometida” da heterossexualidade.

Preciso dizer que alguns tiveram uma experiência positiva de mudança de vida frequentando nossos estudos bíblicos e grupos de apoio. Eles experimentaram o amor de Deus e o acolhimento de outros que conheciam suas lutas. Houve algumas “mudanças” reais – mas nenhuma das centenas de pessoas que nós aconselhamos se tornou heterossexual.

Ao contrário, muitos dos nossos clientes começaram a se desestruturar – afundando em culpa, ansiedade e ódio contra si mesmo. Por que eles não estavam “mudando”? As respostas dos líderes da igreja tornavam a dor ainda maior: “Você pode não ser um cristão verdadeiro.” “Você não tem fé suficiente.” “Você não está orando e lendo a Bíblia o suficiente.” “Talvez você tenha um demônio.” A mensagem sempre parecia ser: “Você não é sincero o suficiente. Você não está se esforçando o suficiente. Você não tem fé suficiente.”

Alguns simplesmente caíram fora e nunca mais se ouviu falar deles. Eu acho que esses tiveram sorte. Outros se tornaram auto-destrutivos. Um jovem se embriagou e dirigiu contra uma árvore). Um dos líderes que trabalhavam comigo me disse que havia deixado a EXODUS e estava frequentado bares heterossexuais, procurando alguém que batesse nele. Ele disse que as surras o faziam sentir-se menos culpado, fazendo expiação pelo seu pecado. Um dos meus clientes mais dedicados, Mark, pegou uma lâmina e cortou suas genitais repetidamente, e depois colocou produto limpa-ralos sobre as feridas, porque depois de meses de celibato, ele havia tido uma “queda.”

No meio de tudo isso, minha própria fé no movimento EXODUS estava desmoronando. Ninguém estava realmente se tornando “ex-gay.” A quem estávamos enganando? Como um líder atual da EXODUS admitiu, éramos apenas “cristãos com tendências homossexuais que preferiam não ter aquelas tendências.” Ao nos denominarmos como “ex-gays,” nós estávamos mentindo pra nós mesmos e para os outros. Estávamos machucando pessoas.

Em 1979, um outro pioneiro da EXODUS (Gary Cooper) e eu decidimos deixar a EXODUS — e nossas esposas. Por anos, nós dois havíamos firmemente acreditado que o processo EXODUS nos tornaria heterossexuais. Ao invés disso, percebemos que havíamos nos apaixonado um pelo outro! Saímos do armário publicamente contra a EXODUS em 1991. Nossa história apareceu no documentário “One Nation Under God” (Uma Nação Sob Deus). Gary morreu de AIDS pouco antes do filme ser concluído.

Desde então, eu continuei a ser um dos mais persistentes críticos da EXODUS – não porque eu queira “negar esperança.” Pelo contrário, eu quero afirmar que Deus ama cada pessoa, e que o amor e o perdão de Deus realmente mudam vidas. Certamente mudaram a minha. Apenas nunca me fizeram heterossexual. Eu encontrei harmonia entre minha sexualidade e minha espiritualidade — e eu tenho esperança de que outros farão o mesmo. A jornada de cada um é diferente. Meu próprio êxodo tem sido uma jornada incrível.

Perdi muitos amigos e amores para a AIDS. Já fui demitido de dois empregos apenas por ser gay. E cinco anos atrás, eu sobrevivi a um violento e absurdo crime de ódio que quase levou minha vida. Eu fui espancado e esfaqueado nas costas por membros de uma gangue que gritavam “viado”, enquanto me atacavam. Meu melhor amigo, Jeffery Owens, não teve tanta sorte. Ele foi esfaqueado cinco vezes nas costas e sangrou até a morte na mesa de cirurgia.

Apesar de tudo isso, eu me considero um sobrevivente. Eu sou um homem gay cristão evangélico feliz; relativamente bem ajustado; tenho um relacionamento amoroso comprometido com um cara maravilhoso, meu parceiro Richard; e sirvo como ancião na minha igreja presbiteriana local. Eu amo a Deus e amo a vida.

E tenho esperança. Acredito que estamos abrindo caminho; grupos como a EXODUS vão encerrar suas atividades quando as pessoas não mais pensarem que precisam renegar quem realmente são para tentarem ser o que não são.

Até lá, àquelas pessoas maravilhosas (gays, ex-gays e ex-ex-gays) que têm abençoado minha vida e enriquecido minha jornada, sou sinceramente grato. E àqueles que eu possa ter ferido através do meu envolvimento com a EXODUS, peço sinceras desculpas.

Tradução: Sergio Viula para o blog Fora do Armário.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Dica para Twitter: ferramenta permite que usuário elimine termos como BBB da timeline


Com a proposta de “limpar” a timeline de usuários pouco afeitos ao Big Brother Brasil ou decisão do Campeonato Brasileiro, a ferramenta Tweetfilter possibilita a edição de termos que temporariamente não serão exibidos em sua conta na rede social Twitter. O serviço é semelhante ao que oferece o Gmail, mas com a opção de continuar seguindo tal usuário.
Tecnicamente, o Tweetfilter funciona como um script integrado aos principais navegadores de web, como o Internet Explorer, Google Chrome, Firefox e Opera. Depois de instalada a ferramenta, o usuário consegue a qualquer momento adicionar quantos termos ele deseja bloquear.
Para baixar o programa, visite a página oficial do Tweetfilter e veja comentários de quem já utilizou este serviço através do Twitter.

As informações são do Olhar Digital.com
A matéria é do Comunique-se

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Beijos gays (e lésbicos) memoráveis do cinema

            O amor gay retratado nas telinhas em forma de beijos.
Scarlett Johansson e Penelope Cruz em "Vicky Cristina Barcelona"

Robert Pattinson no filme “Little Ashes” (quer ver o vídeo?! clique aqui: +18)

Natalie Portman em beijo gay no filme "Black Swan"

Megan Fox e Amanda Seyfried em "Garota Infernal"


Ewan McGregor e Jim Carey em "O Golpista do Ano"


Neve Campbell e Denise Richardson em "Garotas Selvagens"


Naomi Watts e Laura Harring em "Cidade dos Sonhos"


Colin Farrell em "A Casa do Fim do Mundo"


Sarah Michelle Gellar e Selma Blair em "Segundas Intenções"

Conteúdo originalmente postado no Movie e curiosidades

Rick Martin bem a vontade em novo clipe. Confira!



'The Best Thing About Me Is You' - Rick Martin

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Fotos da primeira transexual a participar do Big Brother Brasil


Para ver a imagem sem as tarjas, de quando Ariadna era travesti, clique aqui: (+18)

Um site que anuncia acompanhantes em Barcelona, Espanha, tem fotos que revelariam que Ariadna seria, de fato, um travesti.
No perfil, supostamente escrito pela própria Ariadna, ela diz: “sou um bombom de 18 aninhos, recém chegada a Barcelona. Sou nova por aqui, e espero que gostem de uma menina quente. Sou muito quente, carioca, brasileira, gosto de fazer tudo…Sexo sem limites, pares, trios… Sou bem dotada, você pode me desfrutar como quiser”. 
Matéria no site da Contigo.